15 Outubro 2009

Vigiar a GALP


A Galp está neste momento numa batalha interessante com a forte resistência de 12,26 Euros.

Vigiar muito atentamente, pois a passagem deste nível de preços pode indicar um bom ponto de entrada.

01 Janeiro 2008

Portucel e mais um teste aos suportes




Parece mesmo que a sessão de quarta-feira e primeira do ano irá ficar marcada por uma série de testes a suportes.
A Portucel é mais um papel a lutar contra as descidas dos últimos meses. Pode haver uma oportunidade de entrada mas sou mais levado a acreditar que o ano de 2008 não será propício a subida das acções.
Na minha opinião estes suportes não vão aguentar os papéis e a confirmar-se abre-se uma oportunidade para estar curto em Portucel, Cimpor e BES.
Mais desenvolvimentos daqui a umas horas!

A Cimpor e os 6 Euros...


Mais um título num interessante ponto de decisão. Os seis euros têm sido a base do canal de laterização no qual a Cimpor se tem vindo a desenvolver nas últimas semanas.


Depois de algumas tomadas de posição no título que a levaram até ao topo do canal a Cimpor parece estar a perder a força e encontra-se num valor de alerta a ser vigiado atentamente.

BES suportado nos 15 Euros?


Gráfico interessante desenhado pelo BES na véspera de uma sessão que pode marcar novo rumo para a cotação da acção. Os 15 Euros são o valor de referência e suporte das duas últimas sessões. Veremos como se porta o papel durante o dia de amanhã! A seguir com atenção...


30 Junho 2007

Será que os 24 euros estão assim tão longe?

NOTA: Análise técnica realizada em 19/02/2001 por Bolsamais. Disponível para efeitos didáticos.

Entre Setembro e Dezembro, nada distinguia este papel de um que tivesse uma OPA pendente, com o mercado a assimilar os 26.5 euros como tecto para a cotação do papel, com a empresa já sobreavaliada. Já nessa altura o prémio derivado do interesse competitivo que esta empresa tem suscitado em diversos grupos económicos começava a ser demasiado alto para que a Cimpor tivesse espaço de subida. Nos dias em torno de 8 de Janeiro registou-se uma ligeira quebra da cotação, mas logo se retomaram os níveis anteriores, com uma subida lenta e feita com baixos volumes.

Os 27 euros foram quebrados no dia 24 de Janeiro, com os indicadores de referência positivos mas o volume sempre em quebra. A aproximação da AG para alteração de estatutos (20 de Fevereiro) fez claramente com que a cotação do papel fosse empolada e pela primeira vez vimos um cabeçalho de notícia onde os preços da Cimpor eram classificados de "absurdos". Logo que terminou a possibilidade de compra de acções com direito a voto nesta AG (6/2) a Cimpor corrigiu.

Como dissémos na nossa análise anterior, para 7/2, estávamos então na altura ideal para reduzir a exposição ao papel. Os indicadores de referência começavam então a dar sinais de saturação, com divergências negativas no Money Flow e no CCI, e o resultado foi o que se viu. Continuamos a achar que será extremamente complicado manter a cotação da empresa nos valores actuais. A médio prazo, podemos estar a assistir ao segundo ombro de uma formação de cabeça-e-ombros que se se completar poderá ter o seu alvo algures na região entre 24 e 24.5 euros. O Money Flow de Chaikin continua extremamente positivo, mas o MACD em sinal de venda e o CCI negativo apontam para a continuação da correcção.

Suportes: 27, 26.5, 26, 25.5, 25, 24.5, 24

Resistências: 28, 29, 29.5, 30

A Corticeira está a terminar uma cabeça-e-ombros invertida, de preço alvo a 1.30 euros

NOTA: Análise técnica realizada em 19/01/2001 por Bolsamais. Disponível para efeitos didáticos.

No dia 8/11, depois de um fecho a 1.17 euros, o CCI positivo e com uma bonita divergência, e o Money Flow em recuperação, com o split e o aumento de capital por incorporação "à porta", escrevemos que nos “parecia chegado o momento exacto para recuperar posições no papel”. Uma semana depois a Corticeira tocava nos 1.31 euros! A importância desta resistência ficou patente no recuo que se seguiu, com a Corticeira a cair em pouco mais de uma semana até aos 1.04! Um stop de protecção de lucros teria permitido sair do papel com uma boa valorização. Esta extrema volatilidade foi provocada pelo aumento de capital e pela saída do papel do índice MSCI. A 27/11, depois de um fecho a 1.07, escrevíamos: "-- O Bolsamais continua POSITIVO em relação a este papel, que em termos fundamentais é neste momento um dos mais atractivos do mercado português, na nossa opinião."


A subida ocorreu quase de imediato e a 4/12 a Corticeira cotava 10% acima, num máximo de 1.18. A partir desse dia o papel entrou num triângulo ascendente com linha de oferta a 1.17 euros. O Money Flow de Chaikin melhorou substancialmente, o CCI ficou positivo e o MACD em modo de "compra", mas a queda generalizada dos mercados e a retirada de um importante fundo acabaram por penalizar este papel. A quebra em baixa do triângulo, ocorrida no dia 15/12, tinha como preço alvo os 1.09, atingidos a 21/12, com o MACD em divergência positiva (e sem quebrar a sua linha média) e com o Money Flow a não “acusar o toque” e a manter-se praticamente a zeros. Desde então os indicadores de referência melhoraram substancialmente (o MACD está em modo de compra, o CCI está positivo, o Money Flow de Chaikin quase, também).

Repare-se na formação que se desenhou desde Outubro (e ignorando as perturbações de meados de Novembro, resultantes do split e aumento de capital). A linha a azul, quebrada em alta no dia 15 de Janeiro, é a linha de pescoço de uma cabeça-e-ombros invertida, que marca um fundo de longo prazo, com preço alvo a 1.30 euros.

Neste momento o papel está na fase do "arrependimento" depois da quebra da formação e enquanto a cotação não descolar da linha há sempre a possibilidade de a formação falhar, mas é nossa convicção que a formação se resolverá no sentido positivo e continuamos por isso muito POSITIVOS em relação a este papel.

O descolar da linha azul para baixo colocar-nos-ia negativos.

Suportes a 1.15, 1.10, 1.05, 1

Resistências a 1.17, 1.20, 1.25, 1.28, 1.31, 1.33, 1.42, 1.45, 1.52

25 Junho 2007

A CIN está preparada para o arranque... Quem dá o tiro de partida?

NOTA: Análise técnica realizada em 16/01/2001 por Bolsamais. Disponível para efeitos didáticos.

Desde o nosso último "sinal de venda" a meio de Setembro, junto aos 5 euros, a CIN entrou num canal de descida muito bem definido e que a trouxe até uns quase impensáveis 3.23 (a 27/11). Entre meados de Novembro e meados de Dezembro os volumes transaccionados aumentaram bastante (a 16/11 a CIN tinha feito pouco mais de 3 mil acções e no dia 17 começou a negociar cem vezes mais)! Nos dias que se seguiram o volume nunca foi inferior a 45 mil acções e no dia 30/11 atingiu-se um máximo de 460 mil. O potencial especulativo deste papel é muito grande, até porque a CIN está a preços que já não se viam desde 1996!


Em relação á última análise a situação técnica melhorou bastante. O CCI está acima de zero, o Money Flow está quase em território positivo, depois de uma bonita divergência, e o MACD fez um teste da sua linha média sem a quebrar em baixa, o que normalmente é bom sinal. O downside deste papel, é limitado. Os 3.60 euros são a zona crítica para se confirmar um duplo fundo com preço alvo a 4 euros.

Desde os 5 euros que dizemos em relação a este papel que "a paciência é uma virtude...", mas neste momento pode estar muito perto o momento de "virar o disco". No médio prazo a CIN está a desenhar um bonito fundo arredondado e o pior deverá ter já passado. A CIN ainda tem de transpor a barreira dos 3.6 euros, mas todos os sinais apontam nesse sentido e estamos agora positivos com preço alvo a 4 euros.

Suportes: 3.5 3.3 3

Resistências: 3.6 3.8 4 4.2 4.5 4.75 4.9 5 5.3 5.6 5.8