30 Junho 2007

Será que os 24 euros estão assim tão longe?

NOTA: Análise técnica realizada em 19/02/2001 por Bolsamais. Disponível para efeitos didáticos.

Entre Setembro e Dezembro, nada distinguia este papel de um que tivesse uma OPA pendente, com o mercado a assimilar os 26.5 euros como tecto para a cotação do papel, com a empresa já sobreavaliada. Já nessa altura o prémio derivado do interesse competitivo que esta empresa tem suscitado em diversos grupos económicos começava a ser demasiado alto para que a Cimpor tivesse espaço de subida. Nos dias em torno de 8 de Janeiro registou-se uma ligeira quebra da cotação, mas logo se retomaram os níveis anteriores, com uma subida lenta e feita com baixos volumes.

Os 27 euros foram quebrados no dia 24 de Janeiro, com os indicadores de referência positivos mas o volume sempre em quebra. A aproximação da AG para alteração de estatutos (20 de Fevereiro) fez claramente com que a cotação do papel fosse empolada e pela primeira vez vimos um cabeçalho de notícia onde os preços da Cimpor eram classificados de "absurdos". Logo que terminou a possibilidade de compra de acções com direito a voto nesta AG (6/2) a Cimpor corrigiu.

Como dissémos na nossa análise anterior, para 7/2, estávamos então na altura ideal para reduzir a exposição ao papel. Os indicadores de referência começavam então a dar sinais de saturação, com divergências negativas no Money Flow e no CCI, e o resultado foi o que se viu. Continuamos a achar que será extremamente complicado manter a cotação da empresa nos valores actuais. A médio prazo, podemos estar a assistir ao segundo ombro de uma formação de cabeça-e-ombros que se se completar poderá ter o seu alvo algures na região entre 24 e 24.5 euros. O Money Flow de Chaikin continua extremamente positivo, mas o MACD em sinal de venda e o CCI negativo apontam para a continuação da correcção.

Suportes: 27, 26.5, 26, 25.5, 25, 24.5, 24

Resistências: 28, 29, 29.5, 30

A Corticeira está a terminar uma cabeça-e-ombros invertida, de preço alvo a 1.30 euros

NOTA: Análise técnica realizada em 19/01/2001 por Bolsamais. Disponível para efeitos didáticos.

No dia 8/11, depois de um fecho a 1.17 euros, o CCI positivo e com uma bonita divergência, e o Money Flow em recuperação, com o split e o aumento de capital por incorporação "à porta", escrevemos que nos “parecia chegado o momento exacto para recuperar posições no papel”. Uma semana depois a Corticeira tocava nos 1.31 euros! A importância desta resistência ficou patente no recuo que se seguiu, com a Corticeira a cair em pouco mais de uma semana até aos 1.04! Um stop de protecção de lucros teria permitido sair do papel com uma boa valorização. Esta extrema volatilidade foi provocada pelo aumento de capital e pela saída do papel do índice MSCI. A 27/11, depois de um fecho a 1.07, escrevíamos: "-- O Bolsamais continua POSITIVO em relação a este papel, que em termos fundamentais é neste momento um dos mais atractivos do mercado português, na nossa opinião."


A subida ocorreu quase de imediato e a 4/12 a Corticeira cotava 10% acima, num máximo de 1.18. A partir desse dia o papel entrou num triângulo ascendente com linha de oferta a 1.17 euros. O Money Flow de Chaikin melhorou substancialmente, o CCI ficou positivo e o MACD em modo de "compra", mas a queda generalizada dos mercados e a retirada de um importante fundo acabaram por penalizar este papel. A quebra em baixa do triângulo, ocorrida no dia 15/12, tinha como preço alvo os 1.09, atingidos a 21/12, com o MACD em divergência positiva (e sem quebrar a sua linha média) e com o Money Flow a não “acusar o toque” e a manter-se praticamente a zeros. Desde então os indicadores de referência melhoraram substancialmente (o MACD está em modo de compra, o CCI está positivo, o Money Flow de Chaikin quase, também).

Repare-se na formação que se desenhou desde Outubro (e ignorando as perturbações de meados de Novembro, resultantes do split e aumento de capital). A linha a azul, quebrada em alta no dia 15 de Janeiro, é a linha de pescoço de uma cabeça-e-ombros invertida, que marca um fundo de longo prazo, com preço alvo a 1.30 euros.

Neste momento o papel está na fase do "arrependimento" depois da quebra da formação e enquanto a cotação não descolar da linha há sempre a possibilidade de a formação falhar, mas é nossa convicção que a formação se resolverá no sentido positivo e continuamos por isso muito POSITIVOS em relação a este papel.

O descolar da linha azul para baixo colocar-nos-ia negativos.

Suportes a 1.15, 1.10, 1.05, 1

Resistências a 1.17, 1.20, 1.25, 1.28, 1.31, 1.33, 1.42, 1.45, 1.52

25 Junho 2007

A CIN está preparada para o arranque... Quem dá o tiro de partida?

NOTA: Análise técnica realizada em 16/01/2001 por Bolsamais. Disponível para efeitos didáticos.

Desde o nosso último "sinal de venda" a meio de Setembro, junto aos 5 euros, a CIN entrou num canal de descida muito bem definido e que a trouxe até uns quase impensáveis 3.23 (a 27/11). Entre meados de Novembro e meados de Dezembro os volumes transaccionados aumentaram bastante (a 16/11 a CIN tinha feito pouco mais de 3 mil acções e no dia 17 começou a negociar cem vezes mais)! Nos dias que se seguiram o volume nunca foi inferior a 45 mil acções e no dia 30/11 atingiu-se um máximo de 460 mil. O potencial especulativo deste papel é muito grande, até porque a CIN está a preços que já não se viam desde 1996!


Em relação á última análise a situação técnica melhorou bastante. O CCI está acima de zero, o Money Flow está quase em território positivo, depois de uma bonita divergência, e o MACD fez um teste da sua linha média sem a quebrar em baixa, o que normalmente é bom sinal. O downside deste papel, é limitado. Os 3.60 euros são a zona crítica para se confirmar um duplo fundo com preço alvo a 4 euros.

Desde os 5 euros que dizemos em relação a este papel que "a paciência é uma virtude...", mas neste momento pode estar muito perto o momento de "virar o disco". No médio prazo a CIN está a desenhar um bonito fundo arredondado e o pior deverá ter já passado. A CIN ainda tem de transpor a barreira dos 3.6 euros, mas todos os sinais apontam nesse sentido e estamos agora positivos com preço alvo a 4 euros.

Suportes: 3.5 3.3 3

Resistências: 3.6 3.8 4 4.2 4.5 4.75 4.9 5 5.3 5.6 5.8

A bola de cristal está muda e calada

NOTA: Análise técnica realizada em 07/02/2001 por Bolsamais. Disponível para efeitos didáticos.

Depois de um período de consolidação, o dia 20/12 marcou a quebra do suporte de 3 euros (se excluirmos um mínimo atípico a 2.88 no início de Dezembro). No dia 28 a Cofina passou toda a sessão abaixo de 3 euros e no dia seguinte a queda dava sinais de acelerar. Sem sinais de inversão em lado nenhum e com o Nasdaq em péssima situação nessa altura, era evidente que o papel podia cair bastante. No dia 4 de Janeiro o papel fez um mínimo de 2.38, depois de uma abertura em alta. Os indicadores de referência não melhoraram e foi especialmente sintomático que a Cofina tenha insistido nas quedas, num dia tão positivo para os mercados em geral (os mercados europeus descontavam todos o corte de taxas nos EUA)!


A única coisa de positivo que vimos foi o fecho acima da barreira psicológica dos 2.5 euros, mas como escrevemos a 5 de Janeiro se este suporte partisse teríamos um recuo violento do papel. No dia 9 o papel fez um mínimo de 2.17 e nos dois dias seguintes desenhou uma barbatana (dois dias interiores consecutivos), com um potencial de movimento de 0.33 euros depois da quebra de uma das linhas. Com a melhoria geral dos mercados a linha de oferta foi quebrada em alta a 2.39 euros no dia 12 e o alvo ficou fixado, como consequência, nos 2.72, curiosamente junto a uma linha de tendência descendente de médio prazo. Este alvo foi atingido no dia 19/1 (máximo de 2.85) mas com o Money Flow de Chaikin negativo e volumes em quebra ao longo da subida.

Na falta de um interesse comprador generalizado, o papel corrigiu de imediato e entrou em consolidação em redor dos 2.5 euros. Neste momento, a consolidação prossegue mas com os indicadores de referência a darem sinais de inversão que apesar de poderem ser prematuros começam a revelar-se interessantes. O Money Flow de Chaikin está quase positivo e o MACD parece querer fazer um teste da sua linha média e manter-se em alta. Abaixo de 2.5 ficamos negativos. Entre 2.5 e 2.7 euros continuaremos neutros, mas nesta altura parece-nos que a relação recompensa/risco favorável já justifica uma entrada discreta no papel.

Suportes: 2.5, 2.2, 2,1.5, 1

Resistências: 2.7, 2.8, 2.9, 3, 3.1, 3.2, 3.3, 3.45, 3.5

22 Junho 2007

Os 9.80 euros parecem mesmo intransponíveis para a Brisa!

NOTA: Análise técnica realizada em 28/12/2000 por Bolsamais. Disponível para efeitos didáticos.

Em Agosto e Setembro a Brisa consolidou num triângulo simétrico que acabou por se transformar naturalmente num triângulo descendente de médio prazo com linha de procura (a linha horizontal a grosso na figura) nos 9 euros. Este triângulo só foi quebrado (em alta) no dia 21/11. Numa análise publicada a 14/11, depois de um fecho a 9.07 e com a Brisa a cotar abaixo da média móvel de 50 dias, uma forte divergência no CCI e valores positivos no Money Flow de Chaikin (os mais elevados desde o início de Setembro) faziam com que a nossa opinião fosse POSITIVA em relação ao papel. No dia 22/11, com os indicadores de referência extremamente positivos, subimos o nosso preço alvo para os 9.8. As divergências no CCI e no Money Flow de Chaikin apontavam para uma correcção de curto prazo. Nos dias seguintes a Brisa corrigiu ligeiramente até aos 9.50 euros, voltou a recuperar e assaltou de novo os 9.8, sem êxito (como previmos em análises anteriores). Devido ao grande overhead de oferta entre 9.8 e 10 euros, continuamos a pensar que os 9.8 continuarão a ser um ponto de referência muito importante para o papel. Depois de um fecho exactamente no nosso preço alvo, a 9.80, com os indicadores de referência mistos e em face do "overhead" a 9.80, no dia 12/12 emitimos uma análise com tendência negativa. Desde essa altura a Brisa corrigiu e veio até um mínimo de 9.45 euros no dia 20/12.



A Brisa tem desenhado em todo o mês de Dezembro uma bandeira "bullish", com um potencial de subida de 0.25 euros, em caso de quebra em alta da linha de oferta. Se os 9.50 euros suportarem o papel, como pensamos que deverá acontecer, e se a bandeira quebrar em alta, o preço alvo (dependendo do dia de quebra serão os 9.85-9.80 euros. Por sua vez, a quebra dos 9.8 euros estabelece a confirmação de uma "chávena-e-asa" (cup & handle) com preço alvo a 10.6 euros (mas para que este alvo seja alcançado há que superar a barreira dos 10 euros e aí é que "as coisas fiam mais fino". Se os 9.5 forem quebrados em baixa poderemos ver um declínio até aos 9.3 euros. Os indicadores de referência estão mistos, mas observamos com muito interesse o Money Flow de Chaikin, extremamente positivo. Os volumes dos últimos dias também têm aumentado ligeiramente. Tendo em conta estes factores, estamos agora NEUTROS mas com inclinação positiva, encarando como provável uma subida até 9.80 euros. Chamamos mais uma vez a atenção que os 10 euros deverão ser "de pedra e cal" durante algum tempo, devido ao grande overhead de oferta nessa região.

Resistências: 9.8 10 10.3 10.5 11 euros

Suportes: 9.6 9.5 9.4 9 8.7 8.5 8.2 8.1 euros

O BPI deverá atingir valores mais elevados, depois da consolidação da passada semana

NOTA: Análise técnica realizada em 15/01/2001 por Bolsamais. Disponível para efeitos didáticos.

No dia 18/12, depois de um fecho a 3.50, estávamos muito negativos e com um preço alvo de 3.30 euros. No dia 2/1, depois de um fecho a 3.34, na vizinhança do alvo, surgiram sinais de inversão no horizonte. O Money Flow de Chaikin registou uma divergência positiva muito bonita e o CCI estabilizou. Escrevemos então que no nosso entender o potencial de descida do topo alargado que o BPI desenhou entre Setembro e Novembro estava praticamente esgotado e considerámos o papel como uma "compra", graças à razão recompensa/risco extremamente favorável.



O dia 3 de Janeiro foi um dia interior, e uma subida acima de 3.44 no dia 4 teria devido a esta formação um preço alvo de 3.53. Este alvo foi ultrapassado e o BPI subiu vigorosamente até 3.60 euros, junto à sua média móvel de 50 dias. A semana passada decorreu com o BPI em consolidação, numa bandeira que começou uma quebra em alta no passado dia 12. Em caso de confirmação do rompimento (ou seja, se se verificara continuação da subida) o alvo serão os 3.67, a partir da medida da bandeira, e os 3.80, considerando que "a bandeira aparece a meia haste", ou seja a meio do movimento total. Pensamos que este preço alvo de 3.80 está perfeitamente ao alcance do papel, que tem os indicadores de referência bastante positivos. Interessou-nos especialmente o Money Flow de Chaikin, que apesar da consolidação continuou a subir, denotando uma fase de acumulação no papel. É altura de continuar a acompanhar o movimento altista com um stop de protecção de lucros, mas com os indicadores de referência nesta situação não vemos razões para deixar de gostar deste papel, que se conseguir cotar acima da sua média móvel (ou seja, acima de 3.60) entrará oficialmente em tendência ascendente de médio prazo. A relação recompensa/risco é boa (recompensa até ao alvo = 0.20 euros, risco com um stop a 3.53 = 0.07).

Suportes: (3.60) 3.55 3.50 3.45 3.35 3.30 3.25

Resistências: (3.60) 3.65 3.70 3.74 3.80

As coisas parecem mais animadas no BCP...

NOTA: Análise técnica realizada em 02/01/2001 por Bolsamais. Disponível para efeitos didáticos.

A tendência ascendente registada até meio de Setembro e que levou o BCP até junto dos 6 euros foi bonita e muito lucrativa para muita gente... Contudo, já desde os últimos dias de Agosto que o BCP registava sinais de degradação técnica evidentes. Os dois assaltos aos 6 euros, a 15/9 e 4/10, fizeram-se com "PERIGO" escrito a letras garrafais nos indicadores de referência, como por várias vezes tivemos oportunidade de referir nas nossas análises. A quebra de volume e as divergências negativas por todo o lado na primeira semana de Outubro contavam toda a história. Em 12/10 o suporte de 5.90 foi quebrado e apontámos para um preço de 5.80 euros. Uma semana depois o BCP chegava ao nosso alvo e o BCP "namorou" durante algumas sessões com a média móvel de 50 dias, fechando diversas vezes abaixo da mesma. Com o aproximar do final do mês, o papel recuperou um pouco para cima da média móvel, mas os 5.90 mostraram ser um "osso demasiado duro". Quando o BCP fechou abaixo da média móvel em 7/11, com o oscilador de Klinger em tendência descendente, os volumes e o CCI em queda acentuada, o caminho das descidas estava marcado e o nosso preço alvo de 5.55 euros estabelecido.

Desde então o BCP corrigiu até um mínimo de 5.50 nos dias 20 e 21/12 (ignorando os 5.45 de uma venda "institucional" de mais de 60 milhões de acções). Aos 5.50 o BCP começou a inverter, fechando o ano de 2000 com uma bonita subida, que contudo apenas ocorreu nos segundos finais da sessão, graças a uma mais que provável "maquilhagem de carteiras" por parte de alguns fundos. Contudo, os sinais de inversão estão aí, nos três indicadores de referência do gráfico, que estão todos a apontar o caminho da subida. Na primeira sessão de 2001 deveremos assistir a um recuo natural do papel, na ordem de 1-2%, mas em princípio o caminho das subidas deverá manter-se intacto. Uma baixa de taxas pela Reserva Federal Americana será benéfica e os títulos do sector podem estar a começar a descontar esse factor. Tendo em conta o factor recompensa/risco, agora favorável ao papel, somos de opinião que se justifica uma compra do mesmo, com um stop loss a dar espaço para a correcção que referimos (por exemplo, a 3.49 euros).

Suportes: 5.6 5.55 5.5 5.45
Resistências: 5.7 5.8 5.85 5.9 5.95 6

Procura para a OPS da Martifer ultrapassa 178 vezes a Oferta

Segundo um comunicado hoje divulgado pela Comissão do Mercado de valores Mobiliários (CMVM), até às 17h30 de ontem, a procura registada na Oferta Pública de Subscrição de acções da Martifer era de 1 116 465 905, o que ultrapassa em 178,6 vezes as 6,25 milhões acções disponíveis.

A segunda fase do período de subscrição da Oferta Pública de Subscrição de acções da Martifer teve início na passada segunda-feira e termina hoje, sendo que os títulos deverão começar a ser transaccionados em bolsa a 27 de Junho.

Às 9h24, as acções da Mota Engil seguiam a valorizar 1,19% para os 7,67 euros.

Prospecto da REN aprovado amanhã pela CMVM

O prospecto de privatização da REN – Redes Energéticas Nacionais vai ser amanhã aprovado pela CMVM – Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, confirmou o Jornal de Negócios Online junto de fonte oficial do supervisor.

Este é o último passo que tem de ser dado antes do arranque da oferta pública de venda (OPV), que começa na próxima segunda-feira e dura até ao dia 6 de Julho, quando termina o período para dar ordens de compra de acções.

"Tudo indica que o prospecto seja aprovado amanhã em conselho extraordinário do conselho directivo", declara fonte oficial da CMVM, salientando que "há vários meses que o prospecto informativo da operação está a ser trabalhado e analisado pela CMVM, faltando apenas os dados que hoje foram aprovados em Conselho de Ministros".

O boletim está assim a ser complementado pela REN com os dados que foram esta manhã aprovados pelo Governo, nomeadamente, o intervalo de preços das acções e quantidades disponíveis para cada segmento.

A sessão especial de bolsa está agendada para o dia 9 de Julho e as acções estreiam-se em bolsa no dia seguinte.

16 Junho 2007

Leituras para fim-de-semana

Para este fim-de-semana bem regado de chuva deixo a sugestão de algumas leituras recentes:

Trade Ideas for Monday - INTC, GTW, MON, ADCT

Symantec compra acções próprias

Análise Técnica ao BCP

Análise Técnica à Galp

INTEL breakout this week!!!

Bom fim-de-semana para todos!

AC Investor Blog

AC Investor Blog pode à primeira vista ser um blog estrangeiro. A língua mãe é o inglês e os papéis analisados são das praças norte-americanas, mas por trás deste blog está um português.

Este é um blog já maduro que teve o seu início em Outubro de 2005, nessa altura em língua portuguesa. O seu aspecto gráfico não é dos mais leves mas em contrapartida, existe uma quantidade enorme de gráficos. A análise técnica é o pilar deste blog.

Podemos encontrar pelo meio alguns posts de temática tecnológica e ainda alguns outros de patrocínio, mas nada que desvie a atenção do conteúdo principal.

No que toca a visibilidade, o blog conta já com mais de 45.000 visitantes, sendo grande parte deles do outro lado do Atlântico como podemos ver pela seguinte imagem.


Fica então aqui mais esta sugestão de blog para quem ainda não conhece, ou quem já conhece e quer continuar a acompanhar o trabalho que aqui se faz. O endereço é http://www.ac-investor.blogspot.com

15 Junho 2007

Ideias de Bolsa!

Ideias de Bolsa! é um dos mais recentes blogs nacionais e promete bastante!

Com menos ainda de quinze dias de existência conseguiu já atingir números muito positivos. A saber, cerca de 200 visitas por dia, cerca de 20.000 pageviews, mas mais impressionante, conta já com mais de 50 posts!

Claro que quantidade nem sempre é sinónimo de qualidade, mas neste caso particular, recomendo a visita a este blog em http://ideiasdebolsa.blogspot.com/ para poderem também formar a vossa opinião.

A análise fundamental é o prato forte da casa. Diariamente são servidas informações da bolsa nacional com indicadores de análise fundamental, mas também de análise técnica.

A acompanhar, podem encontrar-se posts de opinião, artigos de formação e análise de empresas estrangeiras também.

É o primeiro blog a ser analisado e "linkado" com nota alta aqui no Bolsamais.

Continuação de bom trabalho!

O Blog dos Blogs da Bolsa

Olá a todos,

Com este primeiro post (re)nasce o Bolsamais!

O blog Bolsamais será daqui para a frente o blog dos blogs da Bolsa...confusos??? Não fiquem!

A Internet está diferente, dizem até que agora se chama Net 2.0, e por isso vamos fazer aparecer o Bolsamais de novo.

Já agora, anda por aí alguém do tempo do Bolsamais.com? Se estiver deixe o seu comentário para eu o poder cumprimentar também.

Numa primeira fase, este blog consistirá numa colecção de links para outros blogs sobre a Bolsa de Valores. Por isso e para ajudar a atingir esta primeira meta, caso seja o dono de um blog de bolsa, envie o seu endereço para o seguinte e-mail: blogbolsamais@gmail.com

Obrigado e até breve!
Ricardo Oliveira

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