A praça nacional negoceia no vermelho, arrastada pelos títulos da banca, no dia em que Portugal volta a testar os mercados de dívida.
O principal índice português, o PSI 20, cede 0,48% para 7.861.74 pontos (ver gráfico), com 14 cotadas negativas, em linha com os restantes mercados europeus.
Os desenvolvimento em torno do Orçamento vão continuar a captar a atenção dos investidores, depois de Passos Coelho ter imposto condições para dar luz verde ao Orçamento, que já foram criticadas pelo líder parlamentar do PS.
A marcar o dia está tambem uma emissão de dívida que Portugal vai realizar esta manhã. O IGCP vai ao mercado vender 750 milhões de euros em Bilhetes do Tesouro com maturidade a 12 meses (Outubro de 2011. Será uma oportunidade para aferir o sentimento dos investidores em relação à situação política em Portugal, depois de ontem o PSD ter adiado o anúncio do sentido de voto do partido no Orçamento e exigido condições ao PS para aprovar o documento que vai ditar o destino do país no próximo ano.
Os títulos dos bancos - os mais expostos ao risco da dívida soberana - estão hoje em destaque pelos piores motivos. O BCP cede 0,74%, ao mesmo tempo que o BES perde 1,39% e o BPI regride 0,93%.
Os títulos da EDP também pressionam a Euronext Lisbon, com uma queda de 0,7%.
Nota ainda para a Portugal Telecom (PT), que cede 0,5%. O Diário Ecnómico avança hoje que a Comissão Europeia vai investigar o acordo estabelecido entre a empresa portuguesa e a espanhola Telefónica, por altura da venda da Vivo, que manteve o pacto de não concorrência entre as empresas dentro do mercado ibérico.
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21 outubro 2010
Bancos perdem 1% e ditam queda da bolsa
BCP avança 2% e leva bolsa para zona de ganhos
A bolsa portuguesa inverteu a tendência negativa da abertura e segue a valorizar 0,5%. O BCP lidera as subidas em Lisboa.
O índice que reúne as principais cotadas nacionais, o PSI 20, soma 0,52% para 7.852,17 pontos, enquanto os restantes mercados europeus seguem maioritariamente no vermelho, depois de ter sido conhecido o Orçamento para 2011.
Em Lisboa, as acções do BCP são as que mais brilham, com uma subida de 2,29% para 0,67 euros, depois de a instituição ter comunicado este fim-de-semana que concluiu a venda da totalidade da rede de sucursais que detinha nos EUA ao banco norte-americanos Investors Savings Bank, assim como a sua base de depósitos e parte da carteira de crédito.
"A questão da venda das actividades norte-americanas está a suportar estes ganhos no Millennium bcp. Representa um encaixe significativo", comentou Alfredo Mendes, trader do Banco Best, à Reuters.
No mesmo sentido, o BES valoriza 0,61% e o BPI aprecia 0,31%.
Os ganhos do sector financeiro surgem num dia em que os indicadores do risco da dívida de Portugal mantêm a tendência de descida iniciada na semana passada, perante os sinais de que o Orçamento será aprovado no Parlamento.
"Este desempenho positivo do sector financeiro e da bolsa tem a ver com o facto de o Orçamento ser restritivo, o que agrada aos credores", explico Pedro Pintassilgo, ao Económico.
O analista da F&C sublinhou ainda que "Portugal vai ver as portas do financiamento externo abertas aos bancos, o que já não acontecia há algum tempo".
A impulsionar a Euronext Lisbon estão também os títulos da EDP. A eléctrica ganha 1,05% para 2,70 euros, ao mesmo tempo que a Renováveis soma 1,43%.
Nota ainda para a Portugal Telecom (PT), que valorizar 0,25%. O Diário Económico notícia hoje que a entrada da empresa portuguesa no capital da brasileira Oi deverá ser aprovada pela Autoridade Nacional das Telecomunicações (Anatel) na próxima quinta-feira, dia 21 de Outubro. Este procedimento permitirá às duas empresas concluírem o acordo para a compra de uma participação de 23% pela operadora liderada por Zeinal Bava, por 3,7 mil milhões de euros, sendo que o negócio deverá ser formalizado até ao início de Novembro.
Ainda nas telecomunicações, a Zon cresce 1,26%, na semana em que vai apresentar as contas trimestrais, inaugurando a apresentação de resultados das cotadas do PSI 20.
A Mota-Engil segue igualmente com ganhos superiores a 1%. A construtora formaliza amanhã a parceria com a Sonangol e com o Banco Privado Atlântico (BPA) para a criação de uma nova empresa de direito angolano, a Mota-Engil Angola. António Mota, presidente da construtora portuguesa, revelou ao Diário Económico que "esta parceria torna-nos numa empresa de direito angolano com maior capacidade para crescer".
A impedir um cenário mais positivo em Lisboa está a Galp, que cede 0,22%, a acompanhar a queda dos preços do petróleo nos mercados internacionais.
O índice que reúne as principais cotadas nacionais, o PSI 20, soma 0,52% para 7.852,17 pontos, enquanto os restantes mercados europeus seguem maioritariamente no vermelho, depois de ter sido conhecido o Orçamento para 2011.
Em Lisboa, as acções do BCP são as que mais brilham, com uma subida de 2,29% para 0,67 euros, depois de a instituição ter comunicado este fim-de-semana que concluiu a venda da totalidade da rede de sucursais que detinha nos EUA ao banco norte-americanos Investors Savings Bank, assim como a sua base de depósitos e parte da carteira de crédito.
"A questão da venda das actividades norte-americanas está a suportar estes ganhos no Millennium bcp. Representa um encaixe significativo", comentou Alfredo Mendes, trader do Banco Best, à Reuters.
No mesmo sentido, o BES valoriza 0,61% e o BPI aprecia 0,31%.
Os ganhos do sector financeiro surgem num dia em que os indicadores do risco da dívida de Portugal mantêm a tendência de descida iniciada na semana passada, perante os sinais de que o Orçamento será aprovado no Parlamento.
"Este desempenho positivo do sector financeiro e da bolsa tem a ver com o facto de o Orçamento ser restritivo, o que agrada aos credores", explico Pedro Pintassilgo, ao Económico.
O analista da F&C sublinhou ainda que "Portugal vai ver as portas do financiamento externo abertas aos bancos, o que já não acontecia há algum tempo".
A impulsionar a Euronext Lisbon estão também os títulos da EDP. A eléctrica ganha 1,05% para 2,70 euros, ao mesmo tempo que a Renováveis soma 1,43%.
Nota ainda para a Portugal Telecom (PT), que valorizar 0,25%. O Diário Económico notícia hoje que a entrada da empresa portuguesa no capital da brasileira Oi deverá ser aprovada pela Autoridade Nacional das Telecomunicações (Anatel) na próxima quinta-feira, dia 21 de Outubro. Este procedimento permitirá às duas empresas concluírem o acordo para a compra de uma participação de 23% pela operadora liderada por Zeinal Bava, por 3,7 mil milhões de euros, sendo que o negócio deverá ser formalizado até ao início de Novembro.
Ainda nas telecomunicações, a Zon cresce 1,26%, na semana em que vai apresentar as contas trimestrais, inaugurando a apresentação de resultados das cotadas do PSI 20.
A Mota-Engil segue igualmente com ganhos superiores a 1%. A construtora formaliza amanhã a parceria com a Sonangol e com o Banco Privado Atlântico (BPA) para a criação de uma nova empresa de direito angolano, a Mota-Engil Angola. António Mota, presidente da construtora portuguesa, revelou ao Diário Económico que "esta parceria torna-nos numa empresa de direito angolano com maior capacidade para crescer".
A impedir um cenário mais positivo em Lisboa está a Galp, que cede 0,22%, a acompanhar a queda dos preços do petróleo nos mercados internacionais.
Energéticas, PT e BES penalizam Lisboa
A bolsa portuguesa negoceia em queda, numa primeira reacção à proposta do Orçamento para o próximo ano.
O índice que reúne as principais cotadas nacionais, o PSI 20, perde 0,36% para 7.783,04 pontos, em linha com os restantes mercados europeus, depois de os investidores terem ficado a conhecer a proposta do Orçamento para 2011, onde o Governo admite que o crescimento será reduzido (0,2%), o que terá implicações negativas ao nível do consumo e da actividade empresarial. "Estes efeitos deverão induzir os analistas a reduzirem as suas estimativas para as empresas mais expostas ao mercado nacional", explicam os analistas do BPI no Diário de Bolsa.
Em Lisboa, as acções da Galp são as que mais penalizam o índice de referência, a acompanharem a queda dos preços do petróleo nos mercados internacionais.
No mesmo sector, a EDP cede 0,49%, ao mesmo tempo que a Renováveis desliza 0,27%.
A Portugal Telecom (PT) também penaliza a praça nacional, ao desvalorizar 0,25%. O Diário Económico notícia hoje que a entrada da empresa portuguesa no capital da brasileira Oi deverá ser aprovada pela Autoridade Nacional das Telecomunicações (Anatel) na próxima quinta-feira, dia 21 de Outubro. Este procedimento permitirá às duas empresas concluírem o acordo para a compra de uma participação de 23% pela operadora liderada por Zeinal Bava, por 3,7 mil milhões de euros, sendo que o negócio deverá ser formalizado até ao início de Novembro.
Ainda nas telecomunicações, a Zon cede 0,6%, na semana em que vai apresentar as contas trimestrais, inaugurando a apresentação de resultados das cotadas do PSI 20.
A travar maiores perdas está a Mota-Engil, que ganha 0,7%. A construtora formaliza amanhã a parceria com a Sonangol e com o Banco Privado Atlântico (BPA) para a criação de uma nova empresa de direito angolano, a Mota-Engil Angola. António Mota, presidente da construtora portuguesa, revelou ao Diário Económico que "esta parceria torna-nos numa empresa de direito angolano com maior capacidade para crescer".
Na banca, o BCP regride 0,15%, depois de a instituição ter comunicado este fim-de-semana que concluiu a venda da totalidade da rede de sucursais que detinha nos EUA ao banco norte-americanos Investors Savings Bank, assim como a sua base de depósitos e parte da carteira de crédito.
No mesmo sentido, o BES perde 0,73% e o BPI recua 0,19%.
O índice que reúne as principais cotadas nacionais, o PSI 20, perde 0,36% para 7.783,04 pontos, em linha com os restantes mercados europeus, depois de os investidores terem ficado a conhecer a proposta do Orçamento para 2011, onde o Governo admite que o crescimento será reduzido (0,2%), o que terá implicações negativas ao nível do consumo e da actividade empresarial. "Estes efeitos deverão induzir os analistas a reduzirem as suas estimativas para as empresas mais expostas ao mercado nacional", explicam os analistas do BPI no Diário de Bolsa.
Em Lisboa, as acções da Galp são as que mais penalizam o índice de referência, a acompanharem a queda dos preços do petróleo nos mercados internacionais.
No mesmo sector, a EDP cede 0,49%, ao mesmo tempo que a Renováveis desliza 0,27%.
A Portugal Telecom (PT) também penaliza a praça nacional, ao desvalorizar 0,25%. O Diário Económico notícia hoje que a entrada da empresa portuguesa no capital da brasileira Oi deverá ser aprovada pela Autoridade Nacional das Telecomunicações (Anatel) na próxima quinta-feira, dia 21 de Outubro. Este procedimento permitirá às duas empresas concluírem o acordo para a compra de uma participação de 23% pela operadora liderada por Zeinal Bava, por 3,7 mil milhões de euros, sendo que o negócio deverá ser formalizado até ao início de Novembro.
Ainda nas telecomunicações, a Zon cede 0,6%, na semana em que vai apresentar as contas trimestrais, inaugurando a apresentação de resultados das cotadas do PSI 20.
A travar maiores perdas está a Mota-Engil, que ganha 0,7%. A construtora formaliza amanhã a parceria com a Sonangol e com o Banco Privado Atlântico (BPA) para a criação de uma nova empresa de direito angolano, a Mota-Engil Angola. António Mota, presidente da construtora portuguesa, revelou ao Diário Económico que "esta parceria torna-nos numa empresa de direito angolano com maior capacidade para crescer".
Na banca, o BCP regride 0,15%, depois de a instituição ter comunicado este fim-de-semana que concluiu a venda da totalidade da rede de sucursais que detinha nos EUA ao banco norte-americanos Investors Savings Bank, assim como a sua base de depósitos e parte da carteira de crédito.
No mesmo sentido, o BES perde 0,73% e o BPI recua 0,19%.
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