A empresa apresentou resultados acima do esperado e está a protagonizar um dos melhores desempenhos entre as tecnológicas de Wall Street.
Os principais índices norte-americanos seguem em alta ligeira, com o Dow Jones e o S&P 500 a avançar 0,31% e 0,15%, enquanto o Nasdaq desliza 0,04%.
A animar os mercados, em Nova Iorque, estão os resultados acima do esperado de várias empresas norte-americanas, como o eBay, que hoje apresentou um lucro trimestral de 432 milhões de euros, um aumento de 23% face ao mesmo período do ano anterior. Na reacção, os títulos da tecnológica aceleram 8,26% para 27,8 dólares.
No mesmo sentido, a McDonald's anunciou hoje que o lucro líquido cresceu 10% para 1,39 mil milhões de dólares, ou 1,29 dólares por acção, no terceiro trimestre, face a igual período de 2009.
Este resultado excedeu as expectativas dos analistas consultados pela Bloomberg, que esperavam em média um lucro líquido por acção de 1,25 dólares, e está a fazer as acções da empresa valorizar 1,87% para o valor mais elevado de sempre.
A animar os investidores estão também os dados sobre os pedidos iniciais de subsídio de desemprego, divulgados hoje pelo Departamento do Trabalho norte-americano. É que o Governo divulgou que os pedidos iniciais de subsídio de desemprego nos EUA baixaram de 475 mil para 452 mil, na semana passada, um número melhor do que o previsto. Mantém-se contudo a resistência em chegar à barreira dos 400 mil.
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21 outubro 2010
Acções do eBay avançam 8% em Nova Iorque
BES e EDP castigam PSI 20
A bolsa nacional abriu em queda, em sintonia com as praças europeias, penalizada pelos títulos do BES e da EDP.
O principal índice português, o PSI 20, cedia 0,22% para 7.843,83 pontos, a acompanhar os principais mercados europeus, que seguem pressionados com a notícia de que a economia da China desacelerou no terceiro trimestre.
Também a queda em 74% no lucro do banco francês Credit Suisse, para 609 milhões de francos suíços (452 milhões de euros), no terceiro trimestre, está a pesar no sentimento dos investidores. Em reacção, as acções do banco caem 2,5% na bolsa parisiense.
Por Lisboa, e em sintonia com o sector europeu, os títulos do BES cediam 0,58% para 3,57 euros, enquanto o BCP perdia 0,15%. Já o BPI conseguia escapar as quedas com um avanço de 0,19%.
Também as perdas da EDP pressionavam o PSI 20, com um deslize de 0,75% para 2,65 euros, acompanhada pela Galp, que recuava 0,34% rumo aos 13,08 euros.
Para hoje está agendada a divulgação dos novos pedidos de subsídio de desemprego nos Estados Unidos na semana passada, um factor que promete marcar as negociações em Wall Street.
O principal índice português, o PSI 20, cedia 0,22% para 7.843,83 pontos, a acompanhar os principais mercados europeus, que seguem pressionados com a notícia de que a economia da China desacelerou no terceiro trimestre.
Também a queda em 74% no lucro do banco francês Credit Suisse, para 609 milhões de francos suíços (452 milhões de euros), no terceiro trimestre, está a pesar no sentimento dos investidores. Em reacção, as acções do banco caem 2,5% na bolsa parisiense.
Por Lisboa, e em sintonia com o sector europeu, os títulos do BES cediam 0,58% para 3,57 euros, enquanto o BCP perdia 0,15%. Já o BPI conseguia escapar as quedas com um avanço de 0,19%.
Também as perdas da EDP pressionavam o PSI 20, com um deslize de 0,75% para 2,65 euros, acompanhada pela Galp, que recuava 0,34% rumo aos 13,08 euros.
Para hoje está agendada a divulgação dos novos pedidos de subsídio de desemprego nos Estados Unidos na semana passada, um factor que promete marcar as negociações em Wall Street.
Boeing dispara 3% em Wall Street
Os principais índices norte-americanos fecharam em forte alta, impulsionados pelos bons resultados das empresas.
O industrial Dow Jones avançou hoje 1,18% para 11.107,97 pontos, com a Boeing a protagonizar o melhor desempenho do índice, ao avançar 3,35% para 71,36 dólares. É que a Boeing apresentou hoje um lucro trimestral de 837 milhões de dólares, face a prejuízos de 1,56 mil milhões no mesmo período do ano anterior.
Também a Yahoo! contribuiu para os ganhos em Wall Street, ao avançar 2%, depois de ter visto o seu lucro mais do que duplicar no terceiro trimestre face ao período homólogo, para 396 milhões de dólares.
Foi neste contexto que o Nasdaq e o S&P 500 também encerraram a sessão a valorizar 1,05% e 0,84%, respectivamente, depois do tombo de ontem.
Economia norte-americana cresceu, mas lentamente
A marcar o dia, em Nova Iorque, esteve também a divulgação do Livro Bege da Reserva Federal norte-americana, que deu conta de que a economia norte-americana continua a crescer, "no seu conjunto", embora a um ritmo lento, o que se deve, sobretudo, ao fraco consumo.
"No conjunto, a actividade económica do país continuou a crescer, apesar de [crescer] a um ritmo limitado" em Setembro e nos primeiros dias de Outubro, lê-se no documento, citado pela Bloomberg, e que resulta dos estudos elaborados pelas doze Fed regionais dos Estados Unidos.
O Livro Bege diz ainda que a actividade industrial "continua a progredir" e que as despesas de consumo doméstico, um dos grandes motores da economia, ficaram "estáveis ou em alta ligeira", dependendo das regiões, sendo que os consumidores têm cortado nas despesas e optado somente por bens de primeira necessidade.
A penalizar o consumo está, segundo o banco central, o crescimento do mercado de trabalho, que continua a preocupar os peritos. A Fed diz que "as contratações continuam a ser limitadas, com muitas empresas a mostrar relutância em contratar funcionários em regime efectivo", devido ao estado da economia.
De notar que a taxa de desemprego dos EUA ficou estável nos 9,6% em Setembro, o nível mais elevado dos últimos 26 anos e os peritos acreditam que em 2011 deve fixar-se nos 9%.
Os dados divulgados hoje podem não ser suficientes para fazer acreditar na retoma económica, e sinalizam que a Fed poderá mesmo ter que avançar com novas medidas de estímulo à economia, para além de manter uma política monetária flexível.
A próxima reunião da Fed está agendada para 2 e 3 de Novembro, e os investidores acreditam que no encontro o banco central vai confirmar a sua intenção de voltar ao mercado de dívida, para aumentar a liquidez na maior economia do mundo.
O industrial Dow Jones avançou hoje 1,18% para 11.107,97 pontos, com a Boeing a protagonizar o melhor desempenho do índice, ao avançar 3,35% para 71,36 dólares. É que a Boeing apresentou hoje um lucro trimestral de 837 milhões de dólares, face a prejuízos de 1,56 mil milhões no mesmo período do ano anterior.
Também a Yahoo! contribuiu para os ganhos em Wall Street, ao avançar 2%, depois de ter visto o seu lucro mais do que duplicar no terceiro trimestre face ao período homólogo, para 396 milhões de dólares.
Foi neste contexto que o Nasdaq e o S&P 500 também encerraram a sessão a valorizar 1,05% e 0,84%, respectivamente, depois do tombo de ontem.
Economia norte-americana cresceu, mas lentamente
A marcar o dia, em Nova Iorque, esteve também a divulgação do Livro Bege da Reserva Federal norte-americana, que deu conta de que a economia norte-americana continua a crescer, "no seu conjunto", embora a um ritmo lento, o que se deve, sobretudo, ao fraco consumo.
"No conjunto, a actividade económica do país continuou a crescer, apesar de [crescer] a um ritmo limitado" em Setembro e nos primeiros dias de Outubro, lê-se no documento, citado pela Bloomberg, e que resulta dos estudos elaborados pelas doze Fed regionais dos Estados Unidos.
O Livro Bege diz ainda que a actividade industrial "continua a progredir" e que as despesas de consumo doméstico, um dos grandes motores da economia, ficaram "estáveis ou em alta ligeira", dependendo das regiões, sendo que os consumidores têm cortado nas despesas e optado somente por bens de primeira necessidade.
A penalizar o consumo está, segundo o banco central, o crescimento do mercado de trabalho, que continua a preocupar os peritos. A Fed diz que "as contratações continuam a ser limitadas, com muitas empresas a mostrar relutância em contratar funcionários em regime efectivo", devido ao estado da economia.
De notar que a taxa de desemprego dos EUA ficou estável nos 9,6% em Setembro, o nível mais elevado dos últimos 26 anos e os peritos acreditam que em 2011 deve fixar-se nos 9%.
Os dados divulgados hoje podem não ser suficientes para fazer acreditar na retoma económica, e sinalizam que a Fed poderá mesmo ter que avançar com novas medidas de estímulo à economia, para além de manter uma política monetária flexível.
A próxima reunião da Fed está agendada para 2 e 3 de Novembro, e os investidores acreditam que no encontro o banco central vai confirmar a sua intenção de voltar ao mercado de dívida, para aumentar a liquidez na maior economia do mundo.
Soares da Costa compra acções próprias
O Grupo Soares da Costa anunciou hoje que adquiriu em bolsa 38 mil acções próprias, por 29,8 mil euros.
A construtora informa, num comunicado enviado ao mercado, que as referidas acções foram compradas na Euronext Lisbon, entre os dias 15 e 20 de Outubro.
Após estas transacções, a Soares da Costa passou a deter 100 mil acções próprias, representativas de 0,0625% do seu capital.
As acções do Grupo Soares da Costa encerraram a sessão de hoje com uma subida de 1,35% para 0,75 euros.
A construtora informa, num comunicado enviado ao mercado, que as referidas acções foram compradas na Euronext Lisbon, entre os dias 15 e 20 de Outubro.
Após estas transacções, a Soares da Costa passou a deter 100 mil acções próprias, representativas de 0,0625% do seu capital.
As acções do Grupo Soares da Costa encerraram a sessão de hoje com uma subida de 1,35% para 0,75 euros.
Os analistas da Macquarie começaram a seguir as acções da retalhista com um 'target' de 8,8 euros e uma recomendação de ‘underperform’. Os analistas
Os resultados acima do esperado da Boeing e da Yahoo! animaram a abertura da negociação em Wall Street.
As bolsas em Nova Iorque abriram a negociação em alta, com os investidores animados pelos resultados das empresas norte-americanas. O Dow Jones avançava 0,34%, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq apreciavam 0,39% e 0,44%, respectivamente.
A Boeing anunciou hoje que teve um lucro de 837 milhões de dólares no último trimestre, valor que compara com um prejuízo de 1,56 mil milhões de dólares registados no mesmo período do ano anterior. Em relação às vendas, registou-se um aumento de 1,7% para 17 mil milhões de dólares, acima dos 16,8 mil milhões estimados pelos analistas consultados pela Bloomberg.
Na reacção, os títulos da Boeing seguem a valorizar 1,52% para 70,04 dólares, em Nova Iorque.
"Temos tido uma quantidade de empresas a apresentar resultados que indicam que o mundo não está a desabar", disse Lawrence Creatura, da Federated Investors, à Bloomberg.
Destaque ainda para as acções da Microsoft (0,56%) e da Dell (0,52%) que recuperam da sessão negativa que ontem arrastou as tecnológicas para o ‘vermelho'.
As bolsas em Nova Iorque abriram a negociação em alta, com os investidores animados pelos resultados das empresas norte-americanas. O Dow Jones avançava 0,34%, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq apreciavam 0,39% e 0,44%, respectivamente.
A Boeing anunciou hoje que teve um lucro de 837 milhões de dólares no último trimestre, valor que compara com um prejuízo de 1,56 mil milhões de dólares registados no mesmo período do ano anterior. Em relação às vendas, registou-se um aumento de 1,7% para 17 mil milhões de dólares, acima dos 16,8 mil milhões estimados pelos analistas consultados pela Bloomberg.
Na reacção, os títulos da Boeing seguem a valorizar 1,52% para 70,04 dólares, em Nova Iorque.
"Temos tido uma quantidade de empresas a apresentar resultados que indicam que o mundo não está a desabar", disse Lawrence Creatura, da Federated Investors, à Bloomberg.
Destaque ainda para as acções da Microsoft (0,56%) e da Dell (0,52%) que recuperam da sessão negativa que ontem arrastou as tecnológicas para o ‘vermelho'.
Sumol já detém 2,29% do capital próprio
A SUMOL+COMPAL anunciou hoje que comprou em bolsa mais duas mil acções da empresa, por um total de 9 mil euros.
A empresa informa, num comunicado enviado hoje ao mercado, que as referidas acções foram compradas na Euronext Lisbon, entre os dias 15 e 19 de Outubro, ao preço unitário de 1,13 euros.
Após estas transacções, a SUMOL+COMPAL passou a deter mais de 2.289.625 acções próprias, representativas de 2,29% do capital social da sociedade.
A empresa informa, num comunicado enviado hoje ao mercado, que as referidas acções foram compradas na Euronext Lisbon, entre os dias 15 e 19 de Outubro, ao preço unitário de 1,13 euros.
Após estas transacções, a SUMOL+COMPAL passou a deter mais de 2.289.625 acções próprias, representativas de 2,29% do capital social da sociedade.
Banif dispara 6% e negocia sete vezes mais acções
O Banif registou hoje o melhor desempenho em Lisboa, com uma avanço de 6,14%, à boleia de uma nota de análise do UBS.
Os títulos do Banif dispararam hoje 6,14% para 1,21 euros, o que corresponde ao melhor desempenho desde 8 de Outubro, quando escalaram 6,42%.
Na sessão de hoje trocaram de mãos mais de 2,8 milhões de papéis do Banif, mais de sete vezes do que o número de acções negociadas diariamente nos últimos 12 meses, que ronda os 380 mil títulos.
Este desempenho surge no dia em que o UBS adicionou o banco à sua "M&A Watch List", um conjunto de títulos onde o banco espera novidades em termos de fusões & aquisições.
Numa nota de análise a que o Económico teve acesso, o UBS diz que potenciais candidatos para fazer negócio na banca em Portugal poderiam vir, nesta altura, de Angola, que controla 10% do BCP, do Brasil, com o Itaú a deter 18% do BPI e o Bradesco com 3% do BES, ou então de alguns ‘players' do Reino Unido, como o Barclays.
Um negócio com o Barclays, por exemplo, faria o banco britânico" chegar às 700-800 sucursais face às 200 existentes, enquanto o Banif poderia ficar com mais 478 sucursais", nota o UBS.
O banco suíço tem uma recomendação de 'comprar' e um preço-alvo de 1,14 euros para as acções do Banif.
Com o desempenho de hoje, o saldo negativo do Banif baixou para 3% desde o início do ano.
Os títulos do Banif dispararam hoje 6,14% para 1,21 euros, o que corresponde ao melhor desempenho desde 8 de Outubro, quando escalaram 6,42%.
Na sessão de hoje trocaram de mãos mais de 2,8 milhões de papéis do Banif, mais de sete vezes do que o número de acções negociadas diariamente nos últimos 12 meses, que ronda os 380 mil títulos.
Este desempenho surge no dia em que o UBS adicionou o banco à sua "M&A Watch List", um conjunto de títulos onde o banco espera novidades em termos de fusões & aquisições.
Numa nota de análise a que o Económico teve acesso, o UBS diz que potenciais candidatos para fazer negócio na banca em Portugal poderiam vir, nesta altura, de Angola, que controla 10% do BCP, do Brasil, com o Itaú a deter 18% do BPI e o Bradesco com 3% do BES, ou então de alguns ‘players' do Reino Unido, como o Barclays.
Um negócio com o Barclays, por exemplo, faria o banco britânico" chegar às 700-800 sucursais face às 200 existentes, enquanto o Banif poderia ficar com mais 478 sucursais", nota o UBS.
O banco suíço tem uma recomendação de 'comprar' e um preço-alvo de 1,14 euros para as acções do Banif.
Com o desempenho de hoje, o saldo negativo do Banif baixou para 3% desde o início do ano.
Lisboa em alta, Resultados nos EUA centram atenções
A praça nacional arrancou em alta ligeira num dia em que os resultados do Bank of America e Goldman Sachs vão concentrar as atenções.
O índice PSI 20 valorizava 0,1% para 7.868,46 pontos numa altura em que as principais bolsas europeias negoceiam em terreno negativo. Lá por fora o dia promete ficar marcado pela ‘earnings season' norte-americana: Bank of America, Goldman Sachs, Johnson & Johnson, Coca Cola e Yahoo apresentam hoje resultados.
Já a marcar o andamento da bolsa nacional, bem como dos indicadores da dívida portuguesa, estarão sobretudo as expectativas quanto à aprovação do Orçamento de Estado - o PSD anuncia hoje o seu sentido de voto - e os comentários da agência Moody's para Portugal. "Uma contínua deterioração da capacidade de pagar a dívida é uma possibilidade real, que poderá levar a uma reavaliação do ‘rating' de Portugal", disse o vice-presidente da agência que segue a economia portuguesa.
A nível empresarial, as acções dos bancos - os mais expostos ao risco da dívida soberana - seguiam todas positivas: BCP avançava 0,6% e BES e BPI ganhavam 0,39% e 0,63%, respectivamente.
No mesmo sentido, os títulos da Mota-Engil apreciavam 0,61% num dia em que a construtora oficializa a criação da sua sucursal em território angolano.
Nos restantes títulos mais influentes em Lisboa, a PT deslizava 0,25% a EDP progredia 0,33% e a Galp recuava 0,11%.
O índice PSI 20 valorizava 0,1% para 7.868,46 pontos numa altura em que as principais bolsas europeias negoceiam em terreno negativo. Lá por fora o dia promete ficar marcado pela ‘earnings season' norte-americana: Bank of America, Goldman Sachs, Johnson & Johnson, Coca Cola e Yahoo apresentam hoje resultados.
Já a marcar o andamento da bolsa nacional, bem como dos indicadores da dívida portuguesa, estarão sobretudo as expectativas quanto à aprovação do Orçamento de Estado - o PSD anuncia hoje o seu sentido de voto - e os comentários da agência Moody's para Portugal. "Uma contínua deterioração da capacidade de pagar a dívida é uma possibilidade real, que poderá levar a uma reavaliação do ‘rating' de Portugal", disse o vice-presidente da agência que segue a economia portuguesa.
A nível empresarial, as acções dos bancos - os mais expostos ao risco da dívida soberana - seguiam todas positivas: BCP avançava 0,6% e BES e BPI ganhavam 0,39% e 0,63%, respectivamente.
No mesmo sentido, os títulos da Mota-Engil apreciavam 0,61% num dia em que a construtora oficializa a criação da sua sucursal em território angolano.
Nos restantes títulos mais influentes em Lisboa, a PT deslizava 0,25% a EDP progredia 0,33% e a Galp recuava 0,11%.
Acções da Renováveis disparam 4%
A eléctrica dirigida por Ana Maria Fernandes segue em forte alta, num dia de ganhos em Lisboa.
As acções da EDP Renováveis avançam 3,8% para 4,288 euros (ver gráfico), um máximo de um mês. A eólica está a caminho da quarta sessão consecutiva de ganhos, depois da forte pressão vendedora de que foi alvo.
"A EDP Renováveis foi muito castigada nos últimos tempos, tal como as congéneres, e parece estar aqui a ganhar vida", explicou Paulo Agostinho, ‘trader' da Fincor, à Reuters.
Porém, segundo o especialista, este movimento de recuperação pode não durar até ao final da sessão, já que "há muitos investidores que entraram nos quatro euros e poderão sair já hoje para realizar algumas mais-valias".
Hoje a Renováveis já negociou 1,1 milhões de acções, o que corresponde à liquidez média diária dos últimos doze meses.
Apesar da prestação de hoje, a Renováveis acumula um saldo negativo de 36% este ano.
O índice que reúne as principais cotadas nacionais, o PSI 20, sobe 0,5% para 7.850,75 pontos, enquanto as restantes praças europeias seguem mistas, com os investidores à espera de resultados empresariais nos EUA, nomeadamente do Citigroup, da Apple e da IBM.
As acções da EDP Renováveis avançam 3,8% para 4,288 euros (ver gráfico), um máximo de um mês. A eólica está a caminho da quarta sessão consecutiva de ganhos, depois da forte pressão vendedora de que foi alvo.
"A EDP Renováveis foi muito castigada nos últimos tempos, tal como as congéneres, e parece estar aqui a ganhar vida", explicou Paulo Agostinho, ‘trader' da Fincor, à Reuters.
Porém, segundo o especialista, este movimento de recuperação pode não durar até ao final da sessão, já que "há muitos investidores que entraram nos quatro euros e poderão sair já hoje para realizar algumas mais-valias".
Hoje a Renováveis já negociou 1,1 milhões de acções, o que corresponde à liquidez média diária dos últimos doze meses.
Apesar da prestação de hoje, a Renováveis acumula um saldo negativo de 36% este ano.
O índice que reúne as principais cotadas nacionais, o PSI 20, sobe 0,5% para 7.850,75 pontos, enquanto as restantes praças europeias seguem mistas, com os investidores à espera de resultados empresariais nos EUA, nomeadamente do Citigroup, da Apple e da IBM.
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