Os pedidos iniciais de subsídio de desemprego nos EUA baixaram de 475 mil para 452 mil, na semana passada. O número está a animar os investidores.
Os principais índices americanos abriram hoje em alta, animados com os números divulgados pelo Departamento do Trabalho do país, que deu conta de que foram entregues 452 mil novos pedidos de subsídio de desemprego nos Estados Unidos na semana passada.
O número é inferior aos 455 mil previstos pelos economistas consultados pela Bloomberg, e está a dar algum ânimo aos investidores, que se têm mostrado preocupados com o fraco crescimento do mercado de trabalho da maior economia do mundo.
Já a média dos pedidos entregues nas últimas quatro semanas baixou de 462 mil para 458 mil, enquanto o total de norte-americanos que continua a usufruir deste apoio sofreu uma quebra de 9 mil para os 4,4 milhões, o nível mais baixo desde Janeiro.
A motivar os ganhos em Wall Street estão ainda os resultados de algumas empresas, que saíram acima do esperado pelos analistas, como foi o caso da Nokia.
A maior fabricante mundial de telemóveis anunciou hoje que registou um lucro líquido de 529 milhões de euros no terceiro trimestre, o que compara com os prejuízos de 559 milhões de euros registados no mesmo período de 2009.
O resultado da tecnológica excedeu as expectativas dos analistas consultados pela Bloomberg, que esperavam em média um lucro de 182,5 milhões de euros. Na reacção, os títulos da Nokia avançavam 6,19% em Nova Iorque.
No mesmo sentido, também a Caterpillar reportou resultados acima do esperado, ao anunciar um lucro de 1,22 dólares por acção, acima dos 1,09 dólares por acção estimados pelos economistas. As acções iniciaram a sessão a ganhar 0,24%.
É neste contexto que o Dow Jones avança 0,55%, enqaunto o S&P 500 dispara 0,54% e o Nasdaq aprecia 0,65%.
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21 outubro 2010
Emprego e resultados empresariais animam Wall Street
Wall Street acelera mais de 1%
O Dow Jones volta a negociar acima dos 11 000 pontos, graças, sobretudo, ao bom desempenho das tecnológicas.
Os principais índices americanos acentuaram os ganhos em Nova Iorque, com os investidores concentrados nos resultados acima do previsto de algumas das grandes empresas dos EUA, como a Boeing e a Yahoo!.
Neste cenário, o índice industrial Dow Jones avança 1,33%, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq aceleram 1,26% e 1,12%, respectivamente.
A Boeing apresentou hoje um lucro trimestral de 837 milhões de dólares, face a prejuízos de 1,56 mil milhões no mesmo período do ano anterior. Em reacção, as acções da empresa avançam 2,38%. Também a Yahoo! viu o seu lucro crescer 113% face a período homólogo, para os 396 milhões de dólares, o que está a levar as acções da tecnológica a valorizarem 3,55% para negociar nos 16,02 dólares.
No mesmo sector, a Apple e a Google também seguem em terreno positivo, a apreciar 1,05% e 1,10%, respectivamente.
Hoje os olhos dos investidores estão também concentrados na divulgação do Livro Bege da Reserva Federal norte-americana, que deverá sinalizar nova entrada do banco central no mercado de dívida, para estimular a economia.
No seu último discurso, Ben Bernanke disse que a instituição está preparada para avançar com mais medidas de estímulo à economia, um assunto que deverá ficar decidido em Novembro, na reunião de dois dias da Fed.
Os economistas esperam que o banco central norte-americano avance com uma nova vaga de compra de títulos de dívida pública, operação conhecida por 'quantitative easing'. Desta forma, a Fed aumentaria a liquidez dos mercados.
Os principais índices americanos acentuaram os ganhos em Nova Iorque, com os investidores concentrados nos resultados acima do previsto de algumas das grandes empresas dos EUA, como a Boeing e a Yahoo!.
Neste cenário, o índice industrial Dow Jones avança 1,33%, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq aceleram 1,26% e 1,12%, respectivamente.
A Boeing apresentou hoje um lucro trimestral de 837 milhões de dólares, face a prejuízos de 1,56 mil milhões no mesmo período do ano anterior. Em reacção, as acções da empresa avançam 2,38%. Também a Yahoo! viu o seu lucro crescer 113% face a período homólogo, para os 396 milhões de dólares, o que está a levar as acções da tecnológica a valorizarem 3,55% para negociar nos 16,02 dólares.
No mesmo sector, a Apple e a Google também seguem em terreno positivo, a apreciar 1,05% e 1,10%, respectivamente.
Hoje os olhos dos investidores estão também concentrados na divulgação do Livro Bege da Reserva Federal norte-americana, que deverá sinalizar nova entrada do banco central no mercado de dívida, para estimular a economia.
No seu último discurso, Ben Bernanke disse que a instituição está preparada para avançar com mais medidas de estímulo à economia, um assunto que deverá ficar decidido em Novembro, na reunião de dois dias da Fed.
Os economistas esperam que o banco central norte-americano avance com uma nova vaga de compra de títulos de dívida pública, operação conhecida por 'quantitative easing'. Desta forma, a Fed aumentaria a liquidez dos mercados.
Financeiras afundam em Wall Street
Os principais índices americanos viveram a pior sessão desde Agosto e deslizaram mais de 1%. O Dow Jones voltou a fechar abaixo dos 11 mil pontos.
Os receios em torno da recompra de crédito hipotecário de má qualidade penalizaram os títulos das financeiras, em Nova Iorque. O Citigroup escorregou 2,64%, enquanto o JP Morgan perdeu 1,34%.
Fontes próximas deste assunto disseram à Bloomberg que a Pacific Investment Management e a BlackRock, duas companhias de investimento, juntamente com a Reserva Federal de Nova Iorque, deverão obrigar o Bank of America a recomprar os contratos de crédito à habitação que foram 'mascarados' em 47 mil milhões de dólares de obrigações.
Na semana passada já corriam rumores de que as autoridade podiam tomar atitudes deste género, devido ao facto de vários bancos norte-americanos terem executado ilegalmente hipotecas, quando os clientes entravam em incumprimento das prestações do crédito à habitação.
Neste contexto, o Bank of America tombou 4,38%, castigado também pelos resultados trimestrais que apresentou hoje ao início do dia. O maior banco dos EUA revelou que registou um prejuízo líquido de 7,3 mil milhões de dólares no terceiro trimestre do ano, um resultado que se deve, sobretudo, segundo o banco, aos custos inerentes às novas regras do crédito ao consumo que geraram perdas de 10,4 mil milhões de dólares.
Sem esse item tido como extraordinário, o maior banco dos EUA teria lucrado 3,1 mil milhões de dólares, ou 0,27 dólares por acção, entre Julho e Setembro, o que compara com as perdas de mil milhões de dólares sofridas em igual período de 2009.
A pesar no sentimento dos investidores estiveram ainda as perspectivas de crescimento da Apple para o próximo trimestre, que ficaram aquém do esperado pelos analistas.
As acções da empresa deslizaram 2,67%, em linha com outras tecnológicas como a Microsoft (-2,79%) e a Dell (-1,17%).
A ensombrar a negociação em Nova Iorque esteve também o anúncio de que a China aumentou a sua taxa de juro pela primeira vez desde 2007. O governo de Pequim subiu a taxa de 5,31% para 5,56%, o que poderá fazer reduzir as importações por parte do gigante asiático.
Foi neste cenário que o Dow Jones recuou 1,48% para 10.978,62 pontos, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq deslizaram 1,59% e 1,76%.
Os receios em torno da recompra de crédito hipotecário de má qualidade penalizaram os títulos das financeiras, em Nova Iorque. O Citigroup escorregou 2,64%, enquanto o JP Morgan perdeu 1,34%.
Fontes próximas deste assunto disseram à Bloomberg que a Pacific Investment Management e a BlackRock, duas companhias de investimento, juntamente com a Reserva Federal de Nova Iorque, deverão obrigar o Bank of America a recomprar os contratos de crédito à habitação que foram 'mascarados' em 47 mil milhões de dólares de obrigações.
Na semana passada já corriam rumores de que as autoridade podiam tomar atitudes deste género, devido ao facto de vários bancos norte-americanos terem executado ilegalmente hipotecas, quando os clientes entravam em incumprimento das prestações do crédito à habitação.
Neste contexto, o Bank of America tombou 4,38%, castigado também pelos resultados trimestrais que apresentou hoje ao início do dia. O maior banco dos EUA revelou que registou um prejuízo líquido de 7,3 mil milhões de dólares no terceiro trimestre do ano, um resultado que se deve, sobretudo, segundo o banco, aos custos inerentes às novas regras do crédito ao consumo que geraram perdas de 10,4 mil milhões de dólares.
Sem esse item tido como extraordinário, o maior banco dos EUA teria lucrado 3,1 mil milhões de dólares, ou 0,27 dólares por acção, entre Julho e Setembro, o que compara com as perdas de mil milhões de dólares sofridas em igual período de 2009.
A pesar no sentimento dos investidores estiveram ainda as perspectivas de crescimento da Apple para o próximo trimestre, que ficaram aquém do esperado pelos analistas.
As acções da empresa deslizaram 2,67%, em linha com outras tecnológicas como a Microsoft (-2,79%) e a Dell (-1,17%).
A ensombrar a negociação em Nova Iorque esteve também o anúncio de que a China aumentou a sua taxa de juro pela primeira vez desde 2007. O governo de Pequim subiu a taxa de 5,31% para 5,56%, o que poderá fazer reduzir as importações por parte do gigante asiático.
Foi neste cenário que o Dow Jones recuou 1,48% para 10.978,62 pontos, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq deslizaram 1,59% e 1,76%.
Wall Street cai mais de 1% com aumento do juro na China
O governo chinês anunciou hoje uma subida na taxa de juro de 5,31% para 5,56%, o que está a castigar os índices em Wall Street.
Os principais índices norte-americanos acompanham as quedas dos pares europeus e iniciaram a sessão no ‘vermelho'. O Dow Jones deslizava 1,26 %, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq perdiam 1,25% e 1,68%, respectivamente.
A penalizar os mercados está sobretudo, o anúncio de que a China aumentou a sua taxa de juro, pela primeira vez em três anos, bem como os resultados do Bank of America, e os resultados da Apple, anunciado ontem à noite, após o fecho dos mercados.
O Bank of America anunciou hoje que registou um prejuízo líquido de 7,3 mil milhões de dólares no terceiro trimestre do ano, um resultado que se deve, sobretudo, segundo o banco, aos custos inerentes às novas regras do crédito ao consumo que geraram perdas de 10,4 mil milhões de dólares. Na reacção, os títulos do maior banco dos EUA abriram a sessão a perder 0,49%.
Já a Apple garantiu um resultado líquido de 4,3 mil milhões de dólares entre Julho e Setembro, mais 70% face a período homólogo. Um dos trunfos da tecnológica foi o iPad, que vendeu 4,19 milhões de unidades, acima dos 4,5 milhões previstos pela empresa.
No entanto, as perspectivas avançadas pela Apple para o presente trimestre parecem ter decepcionado os investidores, que vêm agora as acções da tecnológica escorregar 4,48%.
A marcar o dia em Nova Iorque estão ainda os números relativos ao sector imobiliário. O Governo norte-americano anunciou hoje que os construtores voltaram a investir nos imóveis, e que a construção de casas está a crescer a um ritmo de 610 mil ao ano, o ritmo mais rápido desde Abril.
"Ao menos estamos a fazer alguns progressos aqui", disse John Herrman, da State Street Global, á Bloomberg, "É um avanço, ainda que lento, no sector da construção", concluiu.
Os principais índices norte-americanos acompanham as quedas dos pares europeus e iniciaram a sessão no ‘vermelho'. O Dow Jones deslizava 1,26 %, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq perdiam 1,25% e 1,68%, respectivamente.
A penalizar os mercados está sobretudo, o anúncio de que a China aumentou a sua taxa de juro, pela primeira vez em três anos, bem como os resultados do Bank of America, e os resultados da Apple, anunciado ontem à noite, após o fecho dos mercados.
O Bank of America anunciou hoje que registou um prejuízo líquido de 7,3 mil milhões de dólares no terceiro trimestre do ano, um resultado que se deve, sobretudo, segundo o banco, aos custos inerentes às novas regras do crédito ao consumo que geraram perdas de 10,4 mil milhões de dólares. Na reacção, os títulos do maior banco dos EUA abriram a sessão a perder 0,49%.
Já a Apple garantiu um resultado líquido de 4,3 mil milhões de dólares entre Julho e Setembro, mais 70% face a período homólogo. Um dos trunfos da tecnológica foi o iPad, que vendeu 4,19 milhões de unidades, acima dos 4,5 milhões previstos pela empresa.
No entanto, as perspectivas avançadas pela Apple para o presente trimestre parecem ter decepcionado os investidores, que vêm agora as acções da tecnológica escorregar 4,48%.
A marcar o dia em Nova Iorque estão ainda os números relativos ao sector imobiliário. O Governo norte-americano anunciou hoje que os construtores voltaram a investir nos imóveis, e que a construção de casas está a crescer a um ritmo de 610 mil ao ano, o ritmo mais rápido desde Abril.
"Ao menos estamos a fazer alguns progressos aqui", disse John Herrman, da State Street Global, á Bloomberg, "É um avanço, ainda que lento, no sector da construção", concluiu.
Apple ainda não foi convidada para o Dow Jones
A tecnológica é a segunda empresa mais valiosa dos EUA. Mas para os peritos a tecnológica tem uma falha: ainda não foi convidada para integrar o Dow Jones.
HP, Microsoft, Cisco, Intel e IBM já fazem parte do grupo de elite que integra o Dow Jones 30. Mas a Apple, mais valiosa do que qualquer uma delas, ainda não teve a honra de ser convidada a juntar-se aos veneráveis.
A fabricante do iPad vale, em termos de ‘market cap', cerca de 290 mil milhões de dólares, um feito notável que a coloca atrás, apenas, da Exxon Mobil (avaliada em 329 mil milhões de dólares).
Segundo o ‘Los Angeles Times', o Dow Jones não tem regras rígidas sobre quais as empresas que podem fazer parte do índice, dizendo apenas que devem ter "uma excelente reputação, demonstrar um crescimento sustentável, ser do interesse de um grande numero de investidores e representar bem o sector".
Então qual será o problema de a Apple se juntar ao grupo de elite? Segundo John Prestbo, responsável pelos índices Dow Jones, o problema é o preço elevado dos títulos da empresa (318 dólares, na cotação de fecho de hoje).
É que o Dow Jones é um índice regulado pelo preço dos títulos das suas cotadas, o que quer dizer que as empresas com os títulos mais valiosos pesam mais, positiva ou negativamente.
Isto significa que a IBM é actualmente a cotada mais valiosa do índice (142 dólares por acção), enquanto o Bank of America é dos que menos pesa (12,34 dólares por acção). Ora, introduzir no índice a Apple, com a actual cotação de mercado, iria criar um desequilíbrio enorme, nota o responsável.
"Acrescentar a Apple, com as suas acções a 300 dólares, ia distorcer o índice", dis Prestbo. "Para as trinta cotadas trabalharem em conjunto, os seus preços devem estar relativamente equilibrados", concluiu.
A Apple poderia tentar separar as suas acções para conseguir baixar a cotação do seu papel e tentar assim entrar no Dow Jones, mas, segundo declarações da porta-voz da tecnológica, não parece interessada nesse cenário. Pelo menos para já.
HP, Microsoft, Cisco, Intel e IBM já fazem parte do grupo de elite que integra o Dow Jones 30. Mas a Apple, mais valiosa do que qualquer uma delas, ainda não teve a honra de ser convidada a juntar-se aos veneráveis.
A fabricante do iPad vale, em termos de ‘market cap', cerca de 290 mil milhões de dólares, um feito notável que a coloca atrás, apenas, da Exxon Mobil (avaliada em 329 mil milhões de dólares).
Segundo o ‘Los Angeles Times', o Dow Jones não tem regras rígidas sobre quais as empresas que podem fazer parte do índice, dizendo apenas que devem ter "uma excelente reputação, demonstrar um crescimento sustentável, ser do interesse de um grande numero de investidores e representar bem o sector".
Então qual será o problema de a Apple se juntar ao grupo de elite? Segundo John Prestbo, responsável pelos índices Dow Jones, o problema é o preço elevado dos títulos da empresa (318 dólares, na cotação de fecho de hoje).
É que o Dow Jones é um índice regulado pelo preço dos títulos das suas cotadas, o que quer dizer que as empresas com os títulos mais valiosos pesam mais, positiva ou negativamente.
Isto significa que a IBM é actualmente a cotada mais valiosa do índice (142 dólares por acção), enquanto o Bank of America é dos que menos pesa (12,34 dólares por acção). Ora, introduzir no índice a Apple, com a actual cotação de mercado, iria criar um desequilíbrio enorme, nota o responsável.
"Acrescentar a Apple, com as suas acções a 300 dólares, ia distorcer o índice", dis Prestbo. "Para as trinta cotadas trabalharem em conjunto, os seus preços devem estar relativamente equilibrados", concluiu.
A Apple poderia tentar separar as suas acções para conseguir baixar a cotação do seu papel e tentar assim entrar no Dow Jones, mas, segundo declarações da porta-voz da tecnológica, não parece interessada nesse cenário. Pelo menos para já.
Citigroup dispara 6% e puxa por Wall Street
As bolsas norte-americanas fecharam em alta, puxadas pelos títulos da banca, numa reacção aos bons resultados do Citigroup.
Os investidores ficaram hoje a saber que o Citi teve um lucro de 2,17 mil milhões de dólares (1,5 mil milhões de euros) ou 0,07 dólares por acção no terceiro trimestre do ano, acima dos 0,05 dólares esperados pelos analistas.
Em reacção, as acções do Citigroup dispararam 5,57% para 4,17 dólares e impulsionaram o sector da banca em Wall Street. Os títulos do JPMorgan e Bank of America também fecharam com avanços 3%.
"Mantemo-nos optimistas em relação ao mercado, baseados nas contas reveladas e nas expectativas de que a Reserva Federal avance com novas medidas para ajudar a economia", comentou à Bloomberg Stewart Beach, estratega na Old Second National Bank.
"Até o Citigroup teve resultados acima do esperado, o que é surpreendente face aos problemas do sector imobiliário", acrescentou.
Foi neste cenário que o índice industrial Dow Jones progrediu 0,73%, enquanto o tecnológico Nasdaq e o S&P 500 subiram 0,5% e 0,7%, respectivamente.
Os investidores ficaram hoje a saber que o Citi teve um lucro de 2,17 mil milhões de dólares (1,5 mil milhões de euros) ou 0,07 dólares por acção no terceiro trimestre do ano, acima dos 0,05 dólares esperados pelos analistas.
Em reacção, as acções do Citigroup dispararam 5,57% para 4,17 dólares e impulsionaram o sector da banca em Wall Street. Os títulos do JPMorgan e Bank of America também fecharam com avanços 3%.
"Mantemo-nos optimistas em relação ao mercado, baseados nas contas reveladas e nas expectativas de que a Reserva Federal avance com novas medidas para ajudar a economia", comentou à Bloomberg Stewart Beach, estratega na Old Second National Bank.
"Até o Citigroup teve resultados acima do esperado, o que é surpreendente face aos problemas do sector imobiliário", acrescentou.
Foi neste cenário que o índice industrial Dow Jones progrediu 0,73%, enquanto o tecnológico Nasdaq e o S&P 500 subiram 0,5% e 0,7%, respectivamente.
Lucros do Citi não convencem Wall Street
As bolsas americanas começaram a negociar em queda, depois de revelado que a produção no país caiu pela primeira vez em mais de um ano.
O índice industrial Dow Jones cedia 0,06%, enquanto o tecnológico Nasdaq deslizava 0,19% e o S&P 500 descia 0,12%.
Estes desempenhos surgem depois de os investidores terem ficado hoje a saber que a produção das fábricas, minas e empresas que trazem aos lares domésticos electricidade, água e gás, desceu 0,2% em Setembro, nos Estados Unidos, o que corresponde ao primeio recuo desde Junho de 2009.
Esta queda contrasta com a previsão dos economistas sondados pela Bloomberg, que esperavam um aumento de 0,2% no mês passado.
A impedir maiores perdas em Wall Street estão os resultados do Citigroup, que saíram acima do esperado no terceiro triemstre.
O banco norte-americano conquistou lucros de 2,17 mil milhões de dólares, ou 0,07 dólares por acção, acima dos 0,05 dólares esperados pelos analistas.
Em reacção, as acções do Citigroup subiam 1,4% para 4,01 dólares.
"É uma grande semana em termos de apresentação de resultados. As pessoas estão a partir do princípio de que mesmo que as empresas apresentem resultados acima do esperado, não há muito espaço para subidas", comentou à Bloomberg, John Haynes, chefe do departamento de notas de análise do Rensburg Sheppards.
O índice industrial Dow Jones cedia 0,06%, enquanto o tecnológico Nasdaq deslizava 0,19% e o S&P 500 descia 0,12%.
Estes desempenhos surgem depois de os investidores terem ficado hoje a saber que a produção das fábricas, minas e empresas que trazem aos lares domésticos electricidade, água e gás, desceu 0,2% em Setembro, nos Estados Unidos, o que corresponde ao primeio recuo desde Junho de 2009.
Esta queda contrasta com a previsão dos economistas sondados pela Bloomberg, que esperavam um aumento de 0,2% no mês passado.
A impedir maiores perdas em Wall Street estão os resultados do Citigroup, que saíram acima do esperado no terceiro triemstre.
O banco norte-americano conquistou lucros de 2,17 mil milhões de dólares, ou 0,07 dólares por acção, acima dos 0,05 dólares esperados pelos analistas.
Em reacção, as acções do Citigroup subiam 1,4% para 4,01 dólares.
"É uma grande semana em termos de apresentação de resultados. As pessoas estão a partir do princípio de que mesmo que as empresas apresentem resultados acima do esperado, não há muito espaço para subidas", comentou à Bloomberg, John Haynes, chefe do departamento de notas de análise do Rensburg Sheppards.
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